Uma amiga especial, da mesma espécie que eu, fez-me chegar o seguinte texto. Não o traduzo porque não o quero estragar. (Lamento não poder dar crédito ao autor, ou autora, mas não sei quem é.)
"Whatever you give a woman, she will make greater.
If you give her sperm, she'll give you a baby.
If you give her a house, she'll give you a home.
If you give her groceries, she'll give you a meal.
If you give her a smile, she'll give you her heart.
She multiplies and enlarges what is given to her.
So, if you give her any crap, be ready to receive a ton of shit."
Bonito, não é? A sua beleza reside no facto de fazer justiça a esses seres divinos, as mulheres. (Sim, é verdade. Sou um grande admirador. Adoro-as.)
É exactamente por isto que faço questão em lhes dar boas fodas. É que em troca, recebo fodas épicas. Daquelas de que se constroem as lendas. Não por mérito meu, claro. Mas por culpa desses amplificadores deliciosos, que melhoram tudo o que lhes é dado.
Já agora, neste post fiz questão de fazer uso de vernáculo. Não porque seja um tipo vulgar (afinal, sou imortal), mas simplesmente porque chamar outra coisa a uma boa foda, isso sim, seria obsceno.
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Adicionaste o meu blog e resolvi vir espreitar.E não fosses tu Vlad, o maldito, para escrever de maneira tão deliciosa e ao mesmo tempo perversa sobre as mulheres.
ResponderEliminarO vernáculo nunca soa mal, quando bem usado.
bloody kiss
Obrigado peach, lisonjeias-me. :)
ResponderEliminarCheguei ao teu blog por recomendação de uma amiga (outra ainda, mas também da mesma espécie). Sou grande apreciador do conteúdo mas, sobretudo, adoro a tua escolha de texto para te descreveres. Curiosamente, uso, para o mesmo efeito, o mesmo texto. Permite-me que o complete:
“… Atendo a tudo sonhando sempre; fixo os mínimos gestos faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos; mas ao ouvi-lo, não o escuto, estou pensando noutra coisa, e o que menos colhi da conversa foi a noção do que nela se disse, da minha parte ou da parte de com quem falei. Assim, muitas vezes, repito a alguém o que já lhe repeti, pergunto-lhe de novo aquilo a que já me respondeu; mas posso descrever, em quatro palavras fotográficas, o semblante muscular com que ele disse o que não me lembra, ou a inclinação de ouvir com os olhos com que recebeu a narrativa que não me recordava ter-lhe feito. Sou dois, e ambos têm a distância – irmãos siameses que não estão pegados.” – Trecho 10, Livro do Desassossego, Bernardo Soares
É, de facto, lindo.
Beijo
pela parte q me toca, obg :)
ResponderEliminarbeijo confesso
Olá vlad
ResponderEliminarPois e conheço a continuação :) Tenho o livro do Livro do Desassossego. Tem passagens de facto belissimas, como esta.
É curioso como todos nos revemos nos escritos de Fernando Pessoa... talvez devido aos mais de 70 heterónimos que ele criou.
Sinto-me assim: "irmãos siameses que não estão pegados"
Obrigada por este mimo :)
beijo
Calculei que conhecesses.
ResponderEliminarDe nada, gosto de mimar.
beijo
(in)confessada,
ResponderEliminarDe nada mas, justiça, não se agradece ;)
Quem agradece sou eu, pela visita.
dentadinha
porque é q eu levo uma dentadinha em vez de um beijo??
ResponderEliminar(n foi uma reclamação :)
E se for uma dentadinha dada assim, como quem beija? :)
ResponderEliminarMaldito imortal,
ResponderEliminarMinha 1ª vez aqui, gosto!
Voltarei para te espiar e receber dentadinhas ;)
Beijos infernais
Obrigado pela visita. E volta. Serás bem vinda.
ResponderEliminarJá que pedes, então cá vai uma dentadinha. Mas daquelas que não matam... ;)