segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Mulheres, esses amplificadores deliciosos

Uma amiga especial, da mesma espécie que eu, fez-me chegar o seguinte texto. Não o traduzo porque não o quero estragar. (Lamento não poder dar crédito ao autor, ou autora, mas não sei quem é.)

"Whatever you give a woman, she will make greater.
If you give her sperm, she'll give you a baby.
If you give her a house, she'll give you a home.
If you give her groceries, she'll give you a meal.
If you give her a smile, she'll give you her heart.
She multiplies and enlarges what is given to her.
So, if you give her any crap, be ready to receive a ton of shit."

Bonito, não é? A sua beleza reside no facto de fazer justiça a esses seres divinos, as mulheres. (Sim, é verdade. Sou um grande admirador. Adoro-as.)

É exactamente por isto que faço questão em lhes dar boas fodas. É que em troca, recebo fodas épicas. Daquelas de que se constroem as lendas. Não por mérito meu, claro. Mas por culpa desses amplificadores deliciosos, que melhoram tudo o que lhes é dado.

Já agora, neste post fiz questão de fazer uso de vernáculo. Não porque seja um tipo vulgar (afinal, sou imortal), mas simplesmente porque chamar outra coisa a uma boa foda, isso sim, seria obsceno.

10 comentários:

  1. Adicionaste o meu blog e resolvi vir espreitar.E não fosses tu Vlad, o maldito, para escrever de maneira tão deliciosa e ao mesmo tempo perversa sobre as mulheres.

    O vernáculo nunca soa mal, quando bem usado.

    bloody kiss

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  2. Obrigado peach, lisonjeias-me. :)

    Cheguei ao teu blog por recomendação de uma amiga (outra ainda, mas também da mesma espécie). Sou grande apreciador do conteúdo mas, sobretudo, adoro a tua escolha de texto para te descreveres. Curiosamente, uso, para o mesmo efeito, o mesmo texto. Permite-me que o complete:
    “… Atendo a tudo sonhando sempre; fixo os mínimos gestos faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos; mas ao ouvi-lo, não o escuto, estou pensando noutra coisa, e o que menos colhi da conversa foi a noção do que nela se disse, da minha parte ou da parte de com quem falei. Assim, muitas vezes, repito a alguém o que já lhe repeti, pergunto-lhe de novo aquilo a que já me respondeu; mas posso descrever, em quatro palavras fotográficas, o semblante muscular com que ele disse o que não me lembra, ou a inclinação de ouvir com os olhos com que recebeu a narrativa que não me recordava ter-lhe feito. Sou dois, e ambos têm a distância – irmãos siameses que não estão pegados.” – Trecho 10, Livro do Desassossego, Bernardo Soares

    É, de facto, lindo.

    Beijo

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  3. pela parte q me toca, obg :)

    beijo confesso

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  4. Olá vlad

    Pois e conheço a continuação :) Tenho o livro do Livro do Desassossego. Tem passagens de facto belissimas, como esta.

    É curioso como todos nos revemos nos escritos de Fernando Pessoa... talvez devido aos mais de 70 heterónimos que ele criou.

    Sinto-me assim: "irmãos siameses que não estão pegados"

    Obrigada por este mimo :)

    beijo

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  5. Calculei que conhecesses.
    De nada, gosto de mimar.

    beijo

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  6. (in)confessada,

    De nada mas, justiça, não se agradece ;)
    Quem agradece sou eu, pela visita.

    dentadinha

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  7. porque é q eu levo uma dentadinha em vez de um beijo??

    (n foi uma reclamação :)

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  8. E se for uma dentadinha dada assim, como quem beija? :)

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  9. Maldito imortal,
    Minha 1ª vez aqui, gosto!
    Voltarei para te espiar e receber dentadinhas ;)
    Beijos infernais

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  10. Obrigado pela visita. E volta. Serás bem vinda.

    Já que pedes, então cá vai uma dentadinha. Mas daquelas que não matam... ;)

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