O episódio caricato que recentemente se noticiou é revelador do quão amorfo é estar vivo.
Ao abrigo de uma brincadeira carnavalesca foi criada uma réplica do famoso PC Magalhães. A réplica ostentava, no seu ecrã, nus de corpos femininos. Um cidadão, que uns diriam respeitável, apresentou queixa alegando que se tratava de exposição de pornografia em local público. Pornografia, disse. A mais bela obra de arte; o corpo da mulher.
A atoarda, vinda de um homem, não surpreende. O que surpreende é uma mulher dar provimento, ordenando a retirada das imagens em causa. É espantoso. Como pode alguém com sensibilidade apelidar de pornografia algo tão belo?
Sendo a mulher o pináculo da evolução, deveria estar imune a tais disparates. Mas não. A mulher em causa decidiu mal. E fê-lo porque usou sentimentos vindos de fora. Felizmente que se apercebeu do erro a tempo de corrigir a mão. Os sentimentos vindos de dentro prevaleceram.
Este episódio fez ressurgir em mim as seguintes dúvidas: Porque será que algumas mulheres fazem tanta questão em confundirem-se com os vivos? Estarão elas vivas também? Se estão, o que as terá condenado a tal destino?
Voltarei a isto mais tarde.
ps. Eu sei, a minha opinião é suspeita; adoro mulheres. Mas se acham exagerado afirmar que a mulher é o auge da evolução, recomendo “A Mulher Nua” de Desmond Morris.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
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Nunca vi a censura tão activa como agora.
ResponderEliminarbeijo
Censura... não existe nada mais abjecto.
ResponderEliminarA ideia de que uns supostos iluminados sabem o que é bom para o povinho deixa-me... (e calo-me senão ainda me sai um FODA-SE! e eu só uso vernáculo em circunstâncias especiais)
beijo